Entrevistas

Atuação do crítico esportivo: Entrevista com Mauro Cezar

Por Roberto Barcelos

A imparcialidade no jornalismo esportivo é sempre pauta de discussão para os profissionais da área, principalmente os que acompanham a rotina de treino dos atletas e precisam lidar com os seus técnicos. Mauro Cezar (ESPN) discute o lugar do profissional em campo, quais os seus deveres e a diferença entre a opinião técnica e a pessoal. Ele também reflete sobre o infotenimento nos esportes e como muitos programas perdem seu caráter noticioso por causa dele. Mauro ministrou a oficina de “Crítica Esportiva” durante o Seminário de Comunicação Esportiva: Ideias e Mídias.

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Oficina 2 - Oficina de Critica Esportiva

Foto: Artur Lahoz

Esportes e Mídias: Entrevista com Marcelo Barreto

Por Roberto Barcelos

As transformações no jornalismo são visíveis para os profissionais da área, principalmente com o advento da internet e a necessidade de respeitar o Outro. O jornalista Marcelo Barreto, (SporTv) discute o posicionamento do jornalista frente às mudanças e a necessidade de o profissional manter o senso crítico para produzir mais do que entretenimento. Marcelo Barreto participou da mesa de abertura Seminário de Comunicação Esportiva: Ideias e Mídias.

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Abertura do Seminário de Comunicação Esportiva

Foto: Laísa Santos

Crítica e cobertura esportiva: Entrevista com Gabriel Dudziak

Por Roberto Barcelos

O jornalista esportivo precisa conhecer o limite entre o caráter emocional que envolve o futebol para os torcedores e a análise de sua profissão. Por isso, Gabriel Dudziak (CBN) oferece em entrevista para Centro de Crítica da Mídia suas percepções para uma crítica esportiva feita com qualidade e objetividade. Gabriel participou da mesa “Crítica na cobertura esportiva”, com o seu colega de profissão Henrique André (Hoje em Dia) durante o Seminário de Comunicação Esportiva: Ideias e Mídias.

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Mesa 5 - Critica na cobertura esportiva

Foto: Laísa Santos

Atuação das mulheres na mídia esportiva: Entrevista com Gabriela Moreira

Por Roberto Barcelos

Apesar do crescente número de mulheres participando da cobertura esportiva, ainda existem estereótipos e preconceitos que precisam ser superados. Gabriela Moreira atua como jornalista na ESPN e ressalta a necessidade de tornar mais democrático os espaços abertos nas empresas de notícias em sua entrevista para o Centro de Crítica da Mídia. A jornalista participou do Seminário de Comunicação Esportiva: Ideias e Mídias, na mesa de debate “Atuação das mulheres na mídia esportiva” ao lado da colega de profissão Maíra Lemos (Globo Minas).

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Mesa 4 - Atuação das mulheres na midia esportiva

Foto: Artur Lahoz

Narrativas em confronto: Entrevista com Rosana Soares

Por Roberto Barcelos

Em um conflito polifônico, diversas narrativas se confrontam sobre a vida urbana na grande cidade de São Paulo. A professora Rosana Lima Soares (Escola de Comunicações e Artes da USP) ministrou a oficina “Crítica da Mídia e Arte Urbana: manifestações culturais e visibilidades periféricas”, examinando com os alunos da PUC Minas o papel da mídia na disputa pelo espaço urbano. A discussão abordou as propostas de “higienização” e o conservadorismo progressivo da capital paulistana após a eleição do prefeito João Doria Junior (PSDB). Seu programa “Cidade Linda” criou um caos de vozes nas mídias, após cobrir de cinza os grafites da metrópole, acendendo novas reflexões sobre as disputas de espaços e poder.

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Oficina sobre grafite e arte urbana

Foto: Lab Foto

Mídia e Feminicídio: Entrevista com a documentarista Lívia Perez

Por Roberto Barcelos

Mídia e feminino são objetos de pesquisa importantes para a doutoranda e documentarista, principalmente a análise crítica sobre o modo como as mulheres são representadas e tratadas no audiovisual e na grande imprensa. Lívia Perez fala em entrevista sobre o processo de produção do documentário “Quem Matou Eloá” (2015) e a metodologia para compreender o comportamento midiático que tenta justificar, em diversos níveis, a violência contra a mulher e o feminicídio. Veja aqui a entrevista concedida logo após a aula inaugural de Lívia Perez para os cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda  da PUC Minas, Coração Eucarístico, em 14 de março de 2017.

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Foto: Raphael Calixto

Televisão: novas formas de consumo

Por Roberto Barcelos

O professor de Comunicação Social, Mário Viggiano, é um dos tradutores do livro “Televisão: Tecnologia e Forma Cultural”, escrito Raymond Williams em 1974. Hoje, enfrentamos uma nova possibilidade de televisão, algo híbrido, nas palavras do professor, que mistura televisão com internet e altera as formas de consumo. Em um momento em que o digital e as plataformas de streaming ocupam um novo espaço para exibição de séries, filmes, telejornais e novelas, é preciso pensar novamente os efeitos dessa “nova” tecnologia na sociedade. Como ela age de forma cultural e como agimos com ela.

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Rap de um cotidiano (re)negado

Por Juliana Gusman

Flávio de Abreu Lourenço é o segundo dos três filhos de Dona Regina, nascido no Alto Vera Cruz, bairro popular situado na região Leste da capital mineira. Foi rebatizado Renegado na rua. O fervoroso atleticano se apresentou em rima para os alunos do Curso de Comunicação Social da PUC Minas, em uma palestra-show, realizada no dia 20 de outubro. Rapper e ativista social, Renegado é militante da cultura marginal. Trouxe o morro para o palco do asfalto

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Foto: Ana Lima

Invasões bárbaras: Rebeca Prado, sua viking Lif e outras mulheres das HQs

Por Carolina Andrade e Rafaella Rodinistzky

Ruiva, de cabelos ondulados, baixinha e com a ponta do dente quebrada. Criadora e criatura se misturam. Essa poderia ser a viking Lif, que habita as páginas dos quadrinhos Navio Dragão, mas a descrição se encaixa também em Rebeca Prado, 26 anos, sua idealizadora, que busca outras representações femininas nesse universo gráfico. Enquanto Lif coleciona escalpos, a belo-horizontina Rebeca coleciona campanhas de financiamento coletivo surpreendentes. Logo no lançamento do livro Navio Dragão, sua primeira iniciativa no crowdfunding, a quadrinista arrecadou aproximadamente 38 mil reais – a meta a ser batida era de 15 mil.

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Reprodução

A câmera política de Anna Muylaert

Para a cineasta, o que unifica sua obra, desde “Durval Discos” (2002), é a narrativa contra formas de poder. Diretora e roteirista de um dos mais importantes filmes do cinema brasileiro nos últimos anos, “Que Horas Ela Volta?” (2015), ela fala, nesta entrevista, entre outros assuntos, sobre o lugar crítico das ficções, o significado do espaço em seus filmes e o processo de criação dos personagens, que devem romper com estereótipos e encenar nossos conflitos sociais. Veja aqui a entrevista concedida logo após a aula inaugural de Muylaert para a turma de Cinema e Audiovisual, do Curso de Comunicação Social da PUC Minas, Coração Eucarístico, em 19 de setembro de 2016.

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Foto: Antônio Maurício

Ele, o manipulado: a mídia e o fenômeno da nova direita

Por Juliana Gusman

A socióloga Sílvia Viana, professora da FGV (SP), é uma estudiosa dos recentes movimentos sociais urbanos no Brasil. Uma das autoras do livro Cidades Rebeldes, escreveu também Rituais de Sofrimento, em que analisa os reality shows como espaços privilegiados de reprodução do mundo do trabalho sob a lógica neoliberal. Nesta entrevista, concedida logo após sua palestra no lançamento do CCM, ela questiona a tese de manipulação midiática, que muitos adotam como explicação para a emergência da nova direita no Brasil e seus atos agressivos que tomaram ruas e redes do País pedindo o afastamento da, hoje, ex-presidenta Dilma.

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Foto: Antônio Maurício

A fotografia, o sensível e o político

Por Juliana Gusman

O fotógrafo Guilherme Cunha é autor, em parceira com a jornalista Joana Tavares, do livro Memórias da vila: histórias dos moradores da Comunidade da Serra, projeto mnemônico, “patrimônio de vivências”, que reúne 21 relatos e mais de 80 imagens (retratos e interiores de casas) da região de vilas e favelas, na região centro-sul de Belo Horizonte, onde moram aproximadamente 55 mil pessoas. Nesta entrevista, Cunha reivindica, por meio de imagens e narrativas, a ruptura de “membranas culturais” que segregam a sociedade.

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Foto: Antônio Maurício

A gramática única das mídias

Por Juliana Gusman

Em palestra realizada pelo Curso de Comunicação Social no dia 28 de março, na PUC Minas, Vladimir Safatle propôs um questionamento acerca dos afetos que nos movem. O professor foi guiado na palavra pelo tema A economia psíquica da sociedade de consumo e suas patologias. Falou filosoficamente sobre comunicação.

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Foto: Davi França